Programação de outubro - MostraDad

MARAT/SADE - Perseguição e assassinato de Jean-Paul Marat representados pelo grupo teatral do Hospício de Charenton sob a direção do Senhor de Sade



Estágio de Atuação I de Frederico Vasques e de Atuação II de Marcelo Pinheiro. Peter Weiss, considerado um novo Brecht, nos oferece um texto de temática histórica, política e social, e, para muito além disso, inúmeras possibilidades de metaforizar a liberdade - ou a ausência dela - num contexto onde ela se faz urgente e pode custar um preço alto. Marat/Sade concilia conceitos do teatro épico às novas possibilidades estéticas do teatro contemporâneo, fazendo a história servir aos nossos anseios pessoais.

Texto: Peter Weiss
Direção: Leônidas Rübenich
Elenco: Ariane Mendes, Camil Ribeiro, Eve Mendes, Frederico Vasques, Ítalo Cassará, Leônidas Rübenich, Lucca Simas, Márcia Donadel, Marcelo Pinheiro, Ricardo Santanna, Thaís Santa Rita
Músico: André Paz
Orientação cênica: Irion Nolasco
Foto: Danu Zaghetto

Dias 19 e 26 de outubro e 2 de novembro (terças-feiras)
Horário: 20h
Local: Sala Álvaro Moreyra (av. Érico Veríssimo, 307)
ENTRADA FRANCA - senhas 1 hora antes

Dias 19 e 26 de outubro e 2 de novembro, às 20h
Local: Sala Álvaro Moreyra (av. Érico Veríssimo, 307)
Dias 26, 27 e 28 de novembro, às 20h
Sala 309 da Usina do Gasômetro
ENTRADA FRANCA

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PIGMALIÃO



Estágio de Atuação I de Fernanda Majorczyk. Pigmalião era um escultor que se apaixonou pela figura feminina que ele mesmo tinha esculpido. Bernard Shaw, em sua peça, nos mostra uma moderna interpretação desse tema. O protagonista da história é o professor Higgins, na qual encontra uma pobre vendedora de flores, inculta, estigmatizada por suas maneiras, sua gramática e sua pronúncia. Ele aposta que a transformará em uma dama da alta sociedade com um curso intensivo. O mesmo professor, celibatário e rabugento, aproveitará o curso para aprender algo sobre sentimentos.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Fernanda Majorczyk, Douglas Carvalho, Paulo Cesar Farias, Cícero Neves, Ketti Cardoso, Tailôr Mendonça, Michele Csordas, Rodrigo Santanna, Nani Goulart, Gabriel Aquino
Orientação: Lígia Motta
Trilha Sonora Original: Julian Eilert e Caoan Goulart
Direção: Leandro Ribeiro
Realização: Cia. de Teatro Gato&Sapato

Dias: 1, 2, 7, 8, 9 e 10 de outubro (sexta e sábado; quinta, sexta, sábado e domingo)
Horário: 19h30
Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 - Centro)
ENTRADA FRANCA
Senhas 30 minutos antes

Convite a todos!!!

Muitas pessoas ainda desconhecem a existência do curso de graduação em Teatro na tão renomada UFRGS. Muito menos sabem que há os cursos de Bacharelado em Direção e Interpretação Teatral, bem como o curso de Licenciatura em Teatro.
O nosso intuito com a MostraDad é fazer com que as pessoas tenham uma pequena idéia do que vem sendo feito no Departamento de Arte Dramática no que se refere à produção artística e intelectual dos alunos da graduação. É muito importante a presença de todos vocês!
Por isso fiquem sempre atentos ao blog da MostraDad, pois ele vem sendo atualizado constantemente com propagandas de peças dos alunos. E por favor, ajudem a divulgá-lo!
Abaixo vai a programação da mostra 2010/1.
Bom espetáculo!

Programação dos trabalhos - DAD 2010/1

CLAIRE NÃO MORA MAIS AQUI


Trabalho de estágio de Atuação I de Clara Alencastro. A última chance de uma mulher. Entre lembranças, jazz, samba e doses generosas de uísque Claire lembra: um amor, um carnaval, uma família. Não tem arrepedimentos. Ao mesmo tempo, precisa convencer que tem salvação. Afinal, se Claire não mora mais aqui, onde ela irá morar?

FICHA TÉCNICA
Elenco: Clara Alencastro
Participação: Carina Dias
Orientação: Tatiana Cardoso
Texto: Clara Alencastro, baseado na obra "Um Equilibrio Delicado", de Edward Albee
Iluminação: Lucca Simas
Foto: Rafael Rocha

Dias: 11, 14, 18, 21 e 28 de junho (sextas e segundas-feiras)
Horário: 20 horas
Sessão Extra: 28 de junho (segunda-feira), às 12h30
Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 - Centro)
ENTRADA FRANCA

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PERU NY – a morte de Steven Adinoff por quem ele não o conhecia


PERU NY – a morte de Steven Adinoff por quem ele não o conhecia é um espetáculo criado através de um processo completamente caótico. Um processo caótico em relação aos atores, diretores e dramaturgo, inspirado por ritmo, melodia, arranjos e depois, depois desses elementos, letra. Inspirado em três pontos. As referências sabemos de três apenas: PERU, livro de Gordon Lish, Sinédoque NY, filme de Charlie Kaufmann e, como ponto final, como ponto de união, as memórias dos atores/espaço/imagens, ligados diretamente como uma rede de informações ilógicas e incoerentes, completamente incoerentes.
Essas coisas que a gente não sabe nunca o que é, mas são coisas que a gente sabe que estão todas misturadas a todas as coisas que a gente acha que não pode ver, mas estão ali e a gente sabe que as coisas estão ali. Elas sempre estão ali.

FICHA TÉCNICA
Estágio de Atuação I de Francine Kliemann
Orientação acadêmica: Sílvia Balestreri Nunes
Dramaturgia: Diones Camargo e grupo.
Direção: Ian Ramil e Tatiana Vinhais.
Elenco: Francine Kliemann, Letícia Pinheiro, Sofia Ferreira, Thiago Prade e Thiago Tavares
Figurinos: Ana Hoffmann, Carmela Moraes e Letícia Pinheiro.
Cenografia: Eduardo Montelli, Juliano Ventura e Isabel Ramil.
Arte gráfica: Eduardo Montelli.
Iluminação: Ian Ramil e Tatiana Vinhais
Operação de luz: Lucca Simas
Trilha Sonora pesquisada: Ian Ramil e Tatiana Vinhais.
Direção de produção: Francine Kliemann
Produção executiva: Pablo Damian

DATAS:
17 de Junho a 08 de Julho de 2010 - Todas as Quintas-Feiras, às 20h
PRÉ-ESTRÉIA: 16 de Junho (quarta-feira), às 20h
SESSÃO EXTRA: 09 de Julho (sexta-feira), às 20h

Local: Galeria e Espaço Cultural La Photo (Travessa da Paz, 44 – Brique da Redenção)
O valor do ingresso é 20,00 inteira e 10,00 meia-entrada (classe artística, estudante e idosos). Exceto dia 16 de junho, em que será gratuita a apresentação.
Alunos do Instituto de Artes, apresentando o comprovante de matrícula, têm direito a entrada isenta de cobrança*.
*acesso com número limitado

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A MULHER DE PUTIFAR


Uma mulher sem nome, sem rosto e sem presente. A um só tempo escrava e senhora de um passado que avança e esculpe, com a mentira e a verdade, as faces de seu delírio.

FICHA TÉCNICA
Estágio de Atuação I de Franciele Aguiar
Roteiro: Franciele Aguiar, a partir de textos bíblicos e fragmentos da obra de Gonçalo M. Tavares, Sylvia Plath, Santa Teresa de Ávila, Jean Tardieu, Paul Celan e Fabrício Corsaletti.
Elenco: Franciele Aguiar e Patrick Peres
Orientação: Irion Nolasco
Iluminação: Lucca Simas
Foto: Patrick Peres

Dias: 7, 8, 9, 10 de julho (de quarta-feira a sábado)
Horário: 20 horas.
Dia: 12 de julho (segunda-feira)
Horário: 12h30 e 20h
Local: Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 – Centro)
ENTRADA FRANCA
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PAINEL DE LICENCIATURA

Dia: 13 de julho (terça-feira)
Horário: 14 horas
Local: Sala 8 do Departamento de Arte Dramática da UFRGS (av. General Vitorino, 255)
ENTRADA FRANCA


*O TEATRO NA PREVENÇÃO DAS DST/HIV E AIDS A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO VIDA POSITIVA!
O trabalho compreende aspectos do Projeto Vida Positiva! Arte e Educação na Prevenção das DSTs, HIV e AIDS com Adolescentes, ocorrido ao longo do ano de 2007. O projeto buscou problematizar questões de saúde e sexualidade de jovens da Rede Pública de Ensino de Porto Alegre no desenvolvimento de práticas artísticas por meio de oficinas de teatro, música e dança. Nesse sentido, o trabalho propõe-se a evidenciar situações em que o debate em torno da prevenção de DSTs HIV/AIDS potencializa-se na ação integrada da equipe de professores de arte e profissionais da área da saúde.

Autoria: Viviana Schames Kreitchmann
Orientadora: Vera dos Santos Bertoni


*O USO DE MÁSCARAS COMO AUXILÍO NO TRABALHO CORPORAL COM ADOLECENTES

As máscaras, através dos tempos, são objeto de fascínio e mistério. No teatro apresentam uma estética própria e servem, entre outras coisas, para o “treinamento de atores”. Na escola, este acessório pode servir como ferramenta auxiliar nas aulas de expressão e sensibilização corporal de crianças e adolescentes. É sobre este tema que esta pesquisa se debruça, buscando elucidar possibilidades, como a construção de máscaras de maneira fácil e acessível.

Autoria: Ulisses Pimentel
Orientação: Prof. João Pedro Alcântara Gil

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A SERPENTINA OU MEU AMIGO NELSON


“A Serpentina ou Meu Amigo Nelson” é um espetáculo de rua baseado na última peça de Nelson Rodrigues, A Serpente.
Marcado pelo tom farsesco e colorido pelo universo do Carnaval, o presente trabalho busca experimentar uma linguagem diversa da que se costuma utilizar para a encenação da famosa história das irmãs Guida e Lígia: enquanto Guida é feliz com seu esposo, Lígia vive a decepção de um casamento infeliz. A fim de ajudar a irmã que pensa em morrer, Guida oferece o seu próprio marido para passar uma noite com Lígia. Depois desse fato, nada será como antes…

FICHA TÉCNICA
Estágio de Montagem I de Eve Mendes
Orientador: Prof. Clóvis Massa
Estágio de Atuação I de Tefa Polidoro e Alexandre Antunes e Estágio de Atuação II de Letícia Pinheiro
Orientadora: Prof. Luciane Olendzki
Concepção: Tefa Polidoro e Fabiana Santos
Direção: Eve Mendes
Atuação: Alexandre Antunes, Letícia Pinheiro, Tefa Polidoro, Pâmela Amaro e Frederico Vasques
Direção Musical: Pâmela Amaro
Figurinos: O grupo

Dias: 12 a 17 de julho (de segunda-feira a sábado)
Horário: 16 horas
Local: Rua dos Andradas, em frente ao Centro Cultural Érico Veríssimo

Em caso de chuva, o espetáculo será cancelado.
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SOBREVIVIENDO


Teatro Pós-dramático, baseado na arte da performance. Com a temática da fragilidade dos laços humanos esse trabalho revela de forma poética os vínculos humanos relacionado com os sentimentos de medo, de incertezas, de solidão, de inconformismo... e o desejo de manter-se livre. Os encontros e desencontros de dois indivíduos, sem nome, em uma sociedade moderna na qual se sobrevive às mudanças repentinas da vida cotidiana, às exigências do mundo moderno, às suas próprias necessidades são conseqüências do imediatismo da vida atual. Tudo é efêmero. Os sentimentos são líquidos, pois não há tempo de aprofundar relações.

FICHA TÉCNICA
Estágio de Atuação I de Karine De Bacco e Marcelo Pinheiro.
Orientação: Professor Irion Nolasco
Elenco: Karine De Bacco e Marcelo Pinheiro
Roteiro: Marcelo Pinheiro e Karine De Bacco
Iluminação: Lucca Simas
Trilha sonora: Karine De Bacco e Marcelo Pinheiro
Foto: Danuta Zaghetto

Dias: 15, 16, 17, 18, 19 e 20 de julho (de quinta a terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Sala Alziro Azevedo (av. Salgado Filho, 340)
ENTRADA FRANCA
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AS ARTIMANHAS DE ARLECCHINO


Estágio de atuação I de Filippi Mazutti e estágio de Atuação II de Nátali Karro. A peça, baseada na obra “Arlequim Servidor de dois Amos”, do escritor italiano Carlo Goldoni, apresenta um enredo típico de Commedia dell’Arte: os dois pares de apaixonados, cujos amores contrariados estão no centro da ação; os dois velhos, Pantalone e Dottore; os dois zanni (os criados), Arlecchino e Smeraldina. A sucessão de equívocos se dá, em grande parte, pela iniciativa de Arlecchino de servir a dois patrões (Beatrice-Frederico e Florindo), vencendo cada obstáculo por meio de artimanhas contínuas. Os quiprocós se multiplicam a partir da ação de Arlecchino e do elemento romanesco fornecido pelos dois pares de enamorados, Clarisse e Silvio, Beatrice e Florindo. Mas, como sempre, no final os nós se desfazem, os apaixonados reencontram seus pares e a paz geral se estabelece.

FICHA TÉCNICA
Estágio de Atuação II de Filippi Mazutti e de Nátali Karro
Orientação do trabalho: Inês Marocco
Elenco: Débora Geremia, Fillippi Mazutti, Giuli Lacorte, Nátali Karro, Sofia Ferreira
Dramaturgia: baseada na obra “Arlequim, Servidor de dois amos” de Carlo Goldoni
Figurino: Antônio Rabadan e Titi
Máscaras: Orientação de Marco Fronckowiak
Iluminação: Lucca Simas

Dias:
30 de julho (sexta), às 15h
Local: Sala Alziro Azevedo (av. Salgado Filho 340)
ENTRADA FRANCA

4, 11, 18, 25 de agosto e 1 de setembro (quartas-feiras), às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva (av. República 575) - Projeto Novas Caras
ENTRADA FRANCA

Na Solidão - Ensaio Final


Trabalho de estágio de atuação II de Giuli Lacorte, baseado na obra de Bernard-Marie Koltès, Na solidão dos Campos de Algodão. Teatro. Dança. Em uma temática conflituosa e inquietante o espetáculo parte de uma provável transação comercial entre seus dois personagens, para falar sobre um mundo cuja palavra comercialização seria metáfora para as relações humanas. Nesse mundo, não restaria aos homens nada além da possibilidade de negociar a convivência, os encontros – e desencontros, os relacionamentos e também a satisfação dos desejos.

Direção e coreografia: Giuli Lacorte
Oreintação: Suzane Werber
elenco: Giuli Lacorte e Letícia Paranhos
Iluminação: Lucca Simas

Dias 5, 12, 19 e 26 de maio (quartas-feiras)
Horário: 20 horas
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, n° 575)
ENTRADA FRANCA

PAINEL DE LICENCIATURA MOSTRA DAD

Nos dias 15 e 16 de dezembro às 14 horas, na sala 8 do DAD será realizado o Painel de Licenciatura com a apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso dos alunos do curso de Licenciatura em Teatro. Abaixo a programação:



DIA 15

"Ladrões, Uga-Bugas e Minuetos: experiências musicais como via de aprendizado e criação em teatro".


Autoria: Leonardo Dias

Orientação: professora Vera Lucia Bertoni dos Santos





















O trabalho, que tem suas raízes no trabalho como bolsista de iniciação científica na pesquisa Professor de Teatro e Construção do Conhecimento, orientada pela Profa. Dra. Vera Lúcia Bertoni dos Santos, tem seu campo empírico em uma oficina de iniciação teatral oferecida a estudantes do Colégio Júlio de Castilhos. A reflexão parte da hipótese da existência de uma íntima relação entre a música, o imaginário e a criação cênica, e investiga esta relação, sob o prisma da pedagogia teatral, elaborando-a enquanto ação pedagógica e analisando os frutos dessa elaboração. Com base em estudiosos do campo da epistemologia, como Hans Furth e Fernando Becker, e na área do teatro, como Viola Spolin e Gisela Habeyche, dentre outros, foram desenvolvidas práticas cênicas experimentais que buscaram explorar pontos de intersecção entre a música e certos aspectos do fazer teatral (tais como “atmosfera”, “presença”, “fisicalização”, dentre outros). Tais práticas foram registradas e analisadas, e a sua teorização permitiu tecer reflexões acerca da relação entre a música, teatro e aprendizado.

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A (RE)INVENÇÃO DO TEATRO NO PROCESSO DE INICIAÇÃO TEATRAL
Autoria: Patrícia Cristina Schlichting
Orientação: professora Vera Lúcia Bertoni dos Santos




O objetivo do trabalho é analisar momentos em que surgem necessidades de recursos cênicos em sala de aula e sobre as soluções que os alunos encontram para tais necessidades. Reflete-se especialmente sobre o caráter inventivo dessas soluções e seu processo de elaboração, que pode proporcionar aos alunos o desenvolvimento do conhecimento especificamente teatral de forma mais prazerosa e pessoal.
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PROFESSOR DE TEATRO: história e memória
















Autoria: Luiza de Souza
Orientação: Profa. Dra. Vera Lúcia Bertoni dos Santos

O trabalho tem por objetivo pesquisar as referências que nos fazem optar pela docência, através de narrativas autobiográficas de professores de arte que foram figuras importantes na minha própria trajetória estudantil. A reflexão se dará entre a análise das minhas memórias de vida e as memórias colhidas. Onde elas se encontram? Quais são os pontos de convergência entre essas vidas que seguiram rumos ao ensino da arte? A escolha pela retomada da memória ganha força a partir da minha experiência pessoal com este recurso e é apontada por inúmeros autores, dentre eles, Elizeu Clementino de Souza e Cristina Maria d’Ávila, como um importante caminho a ser explorado em pesquisas da área da educação, compreendido como uma forma de nos tornarmos espectadores de nós mesmos. Outros teóricos, como Flávio Desgranges e Jaqueline Moll, compreendem assuntos que se desdobram a partir das histórias de vida.
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A Música em Cena

Autoria: Luiz Antônio Franke
Orientação: professor João Pedro Alcantara Gil













Estudo da Criação da Trilha Musical e Efeitos Sonoros do Espetáculo "O Sobrado"
Este trabalho é um relato sobre o processo de criação da trilha musical e efeitos sonoros do espetáculo "O Sobrado", extraído do livro "O Continente" que faz parte da trilogia "O Tempo e o Vento", de Érico Veríssimo. A montagem foi promovida pelo Departamento de Arte Dramática, em comemoração aos 100 anos do Instituto de Artes da UFRGS, teve a direção da professora Inês Marocco, e na qual participei como ator e co-autor da trilha musical e da sonoplastia. Este relato resgata a experiência do meu ponto de vista, utilizando-se de depoimentos de outros integrantes do elenco, com objetivo de discutir a criação musical produzida em grupo.

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O ator performer
Autoria: Melissa Arievo
Orientação: professor João Pedro Alcantara Gil

O que é um performer? No que diferencia do ator e como constrói seu trabalho? Como se dá sua formação?
Estas são as questões chave desta pesquisa que tem por objetivo compreender o processo de transformação do ator no teatro pós dramático e o trabalho do ator performer, bem como as trajetórias pessoais destes novos atores a fim de analisar esta formação e suas relações com a performance, como a compreendemos hoje.
Bob Wilson talvez tenha sintetizado em uma frase esta renovada função ocupada pelo ator pós dramático: “tornar a realidade impossível através do teatro”.
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COMO APRENDE QUEM ENSINA: O ESTÁGIO DURANTE O PERÍODO DE FORMAÇÃO DOCENTE



Autoria: Cristina Salib
Orientação: professor João Pedro Alcantara Gil

Como acontece a formação de professores, em especial professores de teatro? Através da experiência pessoal da autora, esse trabalho apresenta algumas reflexões sobre a formação do professor de teatro, tendo como base os estágios vivenciados durante o período de formação docente.

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DIA 16



“Encontrei minhas origens”:
Um olhar do ator sobre a construção da identidade negra
a partir do Grupo de Teatro Caixa-Preta















Autoria: Josiane Acosta
Orientação: professora Mirna Spritzer

A lei 10.639/2003 tornou obrigatório o ensino da cultura africana e afrobrasileira nos currículos escolares. Na condição de estudante de licenciatura em teatro e atriz de um grupo teatral formado por atores negros, a autora aponta sua experiência de aprendizagem e a de outros atores, que fazem e fizeram parte do grupo, como um exemplo de pessoas que a partir do teatro negro começaram a conhecer melhor a cultura afrobrasileira.
Para entrar no contexto de formação do grupo Caixa-Preta e a aprendizagem que dentro dele se dá, o trabalho reconstitui uma das experiências mais significativas do teatro negro brasileiro, o TEN. Conclui que a aprendizagem do processo criativo do Grupo de Teatro Caixa-Preta pode apresentar-se como uma das formas do teatro dar sua contribuição no que diz respeito à efetivação desta lei.

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O Teatro Possível: uma experiência de ensino de teatro em uma turma de Curso Normal.










Autoria: Maillin Voutto Rezende



Orientação: professora Silvia Balestreri Nunes
Foto: Messias






O Teatro Possível é o encontro das idéias revolucionárias de Augusto Boal com os desejos de transformação da autora, em busca de uma educação para a vida através do teatro. Trata-se de um estudo de caso sobre uma experiência desenvolvida numa turma de adultos do Curso Normal de uma escola do município de Porto Alegre.
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MODA E TEATRO: PARALELOS E APRENDIZADOS RECÍPROCOS

Autoria: Letícia Seadi Kleemann
Orientação: professora Silvia Balestreri Nunes
Neste trabalho, procura-se traçar um paralelo entre o mundo fashion das passarelas e os palcos de teatro. A autora parte de sua experiência como atriz e modelo para levantar semelhanças e diferenças entre os universos do teatro e da moda. Através de pesquisa bibliográfica e ilustrações fotográficas, discute o quanto as duas áreas podem aprender uma com a outra.

FRAGMENTOS LORQUIANOS NA MOSTRA DAD

Fragmentos Lorquianos
(livre adaptação da obra dramática de Federico Garcia Lorca)









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O espetáculo originou-se de um estudo da obra dramática de Federico Garcia Lorca, onde o grande objetivo é o de encontrar e levar à cena as mulheres que povoam o imaginário lorquiano.
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Dias 16, 17, 18, 19 de dezembro às 20 horas e 17 e 18 também às 12:30 horas, na Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 - Centro). Senhas distribuídas 1 hora antes de cada apresentação.



FICHA TÉCNICA
Elenco: Iassanã Martins e Patricia Silveira
Direção: Beliza Gonzales
Dramaturgia: o grupo
Idealização de figurinos, iluminação e trilha sonora: o grupo, sob a orientação do professor Marco Fronckowiak
Operação de Luz: Cláudia de Bem
Operação de som: Beliza Gonzales
Orientação Acadêmica do Estágio de Montagem II: Professora Inês Alcaraz Marocco


DIA 4 ESTRÉIA A FINA FLOR NA MOSTRA DAD

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A fina flor propõe ao espectador um lúdico encontro com duas anfitriãs, Claudete e Maria Helena, que com muita alegria recebem o público em uma já esperada visita, na qual revivem as glórias de um passado remoto. Ao longo dessas lembranças são reveladas situações intimas de suas vidas onde realidade e fantasia, passado e presente se confundem. Duas vidas que percorrem esses tempos tendo uma a outra como cúmplice, um lugar onde dividir a dor e somar a ilusão. Buscam encontrar ou até mesmo perder suas referências dentro de uma questão que permeia todo o espetáculo: a existência. A mais fina flor.

Dias 4, 5, 6 e 7 de dezembro às 20 horas e dias 5 e 7 também às 12:30 horas na Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 - Centro) Senhas distribuidas 1 hora antes de cada apresentação.


Ficha técnica

FICHA TÉCNICA
Estágio de Atuação I de Letícia Pinheiro
Estágio de Atuação II de Thiago Pirajira
Roteiro: Letícia Pinheiro e Thiago Pirajira a partir de material audiográfico coletado em saídas de campo e de fragmentos de textos de obras literárias de Clarisse Lispector e Marguerite Duras
Criação de Figurino: Letícia Pinheiro e Thiago Pirajira
Confecção de Figurino: Alcinda Pinheiro
Iluminação:Cláudia de Bem
Direção Musical: Ricardo Pavão
Músicos sonoplastas: Alexandre Fritzen da Rocha (teclado e percussão) e Ricardo Pavão (violão e percussão)
Preparação Vocal: Marlene Goidanich
Fotos: Daniela Pinheiro
Arte Material gráfico: Felipe Campal
Orientação: Professor Irion Nolasco

DIA 13 ESTRÉIA "NA SOLIDÃO" NA MOSTRA DAD 2009










Teatro. Dança. Em uma temática conflituosa e inquietante o espetáculo parte de uma provável transação comercial entre seus dois personagens, para falar sobre um mundo cuja palavra comercialização seria metáfora para as relações humanas. Nesse mundo, não restaria aos homens nada além da possibilidade de negociar a convivência, os encontros – e desencontros, os relacionamentos e também a satisfação dos desejos. Baseado na obra de Bernard-Marie Koltès, Na solidão dos Campos de Algodão.

Estágio em Atuação I de Giuli Lacorte

Orientação Professoras Suzane Weber e Marta Isaacsson
Direção e Coreografia Giuli Lacorte
Elenco Giuli Lacorte e Letícia Paranhos
Figurino Letícia Restano
Iluminação: Fabiana Santos
Foto Marina Fujiname


Dias 13,14,16 e 17 de novembro sempre às 20h e dias 16 e 17 também às 12:30 na Sala Alziro Azevedo (Av. Salgado Filho, 340 - Centro)